All posts by wcriarte

Os 6 pilares para sair da zona de conforto

Não da para ser uma pessoa diferente fazendo as mesmas coisas, com os mesmos hábitos e com as mesmas influências. Para chegar lá, foi necessário muitos degraus , levei mais tempo e aprendi mais no processo que quando cheguei no meu objetivo.

Para sair da zona de conforto você precisa necessariamente começar um projeto pessoal diferente, seja em seu ambiente de trabalho, dentro da sua família, com seus amigos ou até mesmo com a sua comunidade. Você precisara de muito espaço e tempo para treinamento e seu desenvolvimento. Neste projeto certamente haverá a necessidade de compartilhar experiências com pessoas que de fato alcançaram o objetivo que você gostaria e precisa estar atento a alguns pilares fundamentais para o sucesso do seu plano:

1. Treine todos os dias, este passo é fundamental. Tenha foco e crie oportunidades para desafiar a si mesmo.

2. Aprenda algo novo, isso estimula a criatividade. Novas habilidades representam um novo desafio, novas experiências.

3. Cuide bem do seu corpo e da sua mente. Tenha cuidado com o que você esta lendo, assistindo, ouvindo e outras influências. Se sua mente esta bem seu corpo também estará.

4. Em seus treinamentos, sempre busque algo mais avançado, aumente a complexidade e intensidade das tarefas.

5. É muito fácil ficar preso a ideias antigas, ultrapassadas, a zona de conforto permite isso. Para resolver isso inspire a novidade e respire criatividade.

6. E por último seja sincero e verdadeiro primeiro consigo mesmo. Jamais seja egoísta, por tanto, ame-se! Saiba que você é especial e amado por muitas pessoas também. Você é capazes de enfrentar os desafios da vida.

Saindo da minha zona de conforto

Durante 20 anos atuando com treinamento e desenvolvimento de pessoas, percebi durante o processo das aulas que teremos muitas oportunidades para sair da zona de conforto, mas nem sempre é fácil e estar disposto a conquistar.

Podemos compreender que a sensação de conforto significa que nossas necessidades estão sendo atendidas. Então porque que eu devo deixar e estar disposto a aprender mais e desenvolver novas habilidades?

O primeiro passo é buscar a mudança de pensamento necessárias para sair da zona de conforto e entrar no crescimento pessoal. Não se engane você vai precisar seguir um caminho de novidades, aprender a usar novas ferramentas, implementar novas táticas para se permitir sair da sua zona de conforto, é sempre bom que seja feito de forma mais gratificante possível.

Outra situação que percebi é que as pessoas que estão em sua zona de conforto estão é um estado comportamental dentro do qual funcionam em uma condição neutra de ansiedade, com nível estável de desempenho, e muitas vezes estão longe correr riscos.

Sem o incentivo e estímulos estas pessoas dificilmente alcançaram novos patamares de desempenho.

Neste processo de mudança você precisara estar atento ao seu nível de ansiedade, pouca pode significar tédio e muita ansiedade pode significar pânico.

Olha, lembre-se que é necessário coragem para sair da zona de conforto para a zona do medo, e esta mudança necessita de perseverança, de um tempo suficiente, somente assim você começará a aprender e ganhará novas habilidades.

Seria muito bom se parasse por ai, mas devo ser sincero com você, após ser alcançado um aprendizado e você melhorar a sua performance seja em seus relacionamentos, projetos pessoais e profissionais uma nova zona de conforto é criada, e logo aparece um novo degrau que permitira você alcançar alturas ainda maiores, ao mesmo tempo ser mais profundo, e seu crescimento não para.

Você quer aprender com seu relacionamento? Se desenvolver melhor no trabalho? Melhorar seu relacionamento familiar e com amigos? Ser o melhor torcedor do Bahia? Que desafios não é verdade? Então você precisará sair com uma direção para conhecer mais o tamanho de suas zonas, os seus pontos fortes e fracos, e começar um novo ciclo de aprendizado e crescimento.

Jumbos inteligentes para mineração ganham o prêmio Wilhelm Haglund

O desenvolvimento de uma nova família de produtos inteligentes jumbo para mineração levou à entrega da medalha ‘Wilhelm Haglund ao Desenvolvedor de Produto do Ano’ em 2019.

Os jumbos inteligentes para mineração Sandvik DD422i e Sandvik DD422iE têm sido muito bem recebidos nos mercados existentes e, especialmente, o Sandvik DD422iE abre oportunidades para entrada em novos mercados com clientes focados na frota de energia verde. Usando a bateria integrada, o Sandvik DD422iE produz zero emissão durante o deslocamento.

A medalha foi apresentada em conjunto com a Reunião Geral Anual da Sandvik em 2019.

Obras do ferroanel de SP começam este ano

O governador do estado de São Paulo João Doria (PSDB) disse dia 29 de janeiro que a construção do trecho norte do Ferroanel terá início neste ano e levará 4 anos para sua conclusão. Ele assinou um protocolo de intenções com o Ministério da Infraestrutura do governo federal para viabilizar a concessão ferroviária. A estimativa do valor da obra é da ordem de R$ 3,5 bilhões, só do governo federal.

O Ferroanel Norte será um ramal ferroviário de 53 km de extensão, atravessando os municípios de São Paulo, Guarulhos, Arujá e Itaquaquecetuba, seguindo o traçado do Rodoanel. O ferroanel possibilitará que os trens de carga tenham uma via exclusiva e deixem de compartilhar os trilhos com os trens de passageiros da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Dos 53 km do ferroanel, 12 km são relativos a 42 pontes e viadutos, 17 km são túneis e 23 km em terraplanagem.

Além de reduzir o intervalo entre os trens de passageiros, ele permitirá, entre outros benefícios, a movimentação de cargas do interior do estado para o Porto de Santos, a retirada em médio prazo de 2,8 mil caminhões por dia das estradas, e a movimentação de milhões de toneladas de cargas.

O governador João Doria disse que “com certeza absoluta a obra terá início ainda neste ano”. “Já em março, a expectativa é de que possamos anunciar a data do início da obra, mas com certeza absoluta terá início neste ano. O prazo de execução é de 48 meses, a contar com o investimento”, disse.

O que permitiu a promessa do governador foi o encontro com o ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas, que disse em entrevista coletiva terem definido a “provisão da infraestrutura por meio da iniciativa privada” em reunião nesta noite.

“A assinatura desse protocolo de intenções era o passo que faltava para a gente colocar na rua a consulta pública a prorrogação antecipada do contrato da MRS. Este contrato de concessão ferroviária vai proporcionar os recursos para que a gente possa finalmente viabilizar a construção do Ferroanel Norte de São Paulo, que é um empreendimento aguardado há mais de 40 anos pelo estado”, afirmou.

“É o uso da criatividade. Nós vamos usar recursos privados, nós vamos usar outorga para viabilizar empreendimentos de infraestrutura”, disse o ministro, acrescentando que o contrato se refere “ao valor devido pela utilização da infraestrutura por mais 30 anos”.

Caterpillar eleva previsão de resultado após lucro quase dobrar

Chicago – A Caterpillar elevou nesta segunda-feira previsão de resultado para o ano depois que o lucro do segundo trimestre quase dobrou, superando expectativas do mercado e apoiado por demanda global por seus equipamentos voltados a indústrias como a de mineração.

A companhia agora espera lucro ajustado entre 11 e 12 dólares por ação em 2018 ante estimativa anterior de ganho de 10,25 a 11,25 dólares por papel.

A segunda revisão para cima na previsão de lucro nos últimos dois trimestres ajudou a reduzir temores de investidores sobre a saúde da economia global, em meio aos crescentes atritos comerciais e pressões de custos.

Tais preocupações vinham pesando sobre as ações da empresas desde abril, motivadas em parte pelos comentários da Caterpillar de que a performance do primeiro trimestre caiu ao menor nível desde outubro, antes de se recuperar modestamente.

Os resultados divulgados nesta segunda-feira, porém, mostraram uma economia global forte, que está ajudando fabricantes como a Caterpillar a receberem mais encomendas e a entregar lucros maiores apesar de crescentes pressões de custo.

Por exemplo, a companhia afirmou que a demanda por equipamentos para o setor de óleo e gás e de mineração está tão elevada que está recebendo encomendas para entrega em 2019. No final do segundo trimestre, a carteira de pedidos da empresa somava 17,7 bilhões de dólares, uma alta de 200 milhões de dólares sobre o primeiro trimestre.

A Caterpillar divulgou lucro ajustado de 2,97 dólares por ação no segundo trimestre ante 1,49 dólares obtido no mesmo período do ano passado. Analistas, em média, esperavam resultado positivo de 2,73 dólares por papel.

Vale trabalha em acordo inédito para venda de cobalto canadense

Joanesburgo/Londres – A mineradora brasileira Vale busca vender cobalto ainda não explorado por centenas de milhões de dólares para investidores, à medida que a especulação aumenta em relação à escassez do metal necessário para fabricação de baterias, afirmaram fontes familiarizadas com o assunto.

O acordo, que permite que um investidor faça um pagamento antecipado em troca de produção futura a um preço com desconto, expandiu-se como uma forma de financiamento para empresas de metais básicos e preciosos, mas este acordo seria o primeiro para o setor de cobalto, que está em expansão.

O cobalto é um componente importante para baterias de íon-lítio recarregáveis ​​e seu preço se beneficiou de um empurrão de governos e fabricantes de automóveis para promover veículos elétricos para reduzir as emissões de gás carbônico por carros a diesel e gasolina.

Os preços subiram em torno de 150 por cento desde o início do ano passado, para cerca de 80 mil dólares a tonelada, estimulados em parte pelo nervosismo quanto à dependência do maior produtor de cobalto, a República Democrática do Congo, país afetado por questões de ilegalidade e conflitos.

Os fabricantes de automóveis, como a Volkswagen, buscaram contratos para garantir provisões de cobalto a longo prazo para seus ambiciosos planos de veículos elétricos.

O cobalto aumenta a duração da bateria. Os analistas estimam que cada bateria usa de 8 a 12 quilos de metal, enquanto o mercado global é estimado em pouco mais de 100 mil toneladas por ano.

A Vale contratou o Banco de Montreal (BMO) do Canadá para levantar cerca de 500 milhões de dólares com investidores para o cobalto que será produzido em sua mina de níquel Voisey’s Bay, no leste do Canadá, disseram quatro fontes.

“O BMO também está falando com as montadoras e fabricantes de baterias, pessoas como Samsung e Toyota”, disse uma das fontes. A Samsung disse que não comenta rumores ou especulações e a Toyota não fez comentários imediatos.

O processo começou no final de dezembro, com potenciais compradores analisando a informação, disseram duas das fontes.

Um porta-voz da Vale no Canadá preferiu não comentar. O BMO não respondeu a um pedido de comentários.

Não há certeza de que o processo resultará em um acordo, disseram as fontes. As fontes ouvidas pela Reuters, durante um período de vários dias, falaram na condição de anonimato já que as conversas eram confidenciais.

Scania lança caminhões mais “limpos”

Uma nova geração de caminhões menos poluentes chega ao mercado brasileiro. Resultado de investimentos de R$ 1,5 bilhão feitos pela Scania na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, a nova linha inclui cinco modelos movidos a gás natural, biometano e bioetanol.

Segundo a empresa, “serão os primeiros caminhões movidos a GNV/biometano do mundo”. Na linha a diesel, o motor é 12% mais econômico do que o atual. A nova plataforma também está preparada para a produção futura de híbridos e elétricos.

A produção dos novos veículos começa em outubro e as entregas no início de 2019, informa Christopher Podgorski, presidente da Scania América Latina. Mais da metade da produção local é exportada para países latino-americanos.

A nova linha passa a ser feita no País dois anos após seu lançamento na Europa. Apesar de resistências no passado, o caminhão a GNV, desenvolvido com novas tecnologias, é visto pela Scania como alternativa economicamente viável e menos poluente, além de ser uma opção de rápida aplicação até que o mercado esteja preparado para outras tecnologias, como a eletrificação.

“O GNV tem custo de operação inferior ao do diesel, além de índice de emissão de poluentes até 70% menor”, diz Silvio Munhoz, diretor comercial da Scania. Segundo ele, a infraestrutura de abastecimento já existe. Podgorski ressalta que o preço do veículo é mais caro, mas o retorno pode ser rápido.

Apesar de vários testes nos últimos anos, Ford, Iveco, MAN e Volvo não têm à venda caminhões a gás ou biogás. A Mercedes-Benz informa ter o produto disponível se houver demanda.

Para o lançamento da nova geração de veículos, a fábrica da Scania passou por mudanças e ficará parada por duas semanas, em janeiro, para últimos ajustes. O projeto consumiu 60% do investimento de R$ 2,6 bilhões previsto para 2016 a 2020 e inclui a adoção de um novo conceito de vendas em que concessionários serão treinados para atuar como consultores. “O cliente diz para qual uso quer o caminhão, e o concessionário poderá indicar a melhor opção entre 35 diferentes aplicações disponíveis”, diz Podgorski.

ZPMC on First Screen of the World in Times Square New York

ZPMC, with the title of Big Brand on CCTV, appears on NASDAQ Screen in Times Square New York USA at the beginning of the new year, indicating the charm and strength of the independent brand of China.

The brand is a symbol of the economic strength of a country, showing the general quality of a nation. ZPMC, as the biggest manufacturer of the port machinery heavy equipment of China and the world, has been focusing on showing the brand capacity of China to the globe. ZPMC adheres to the principle of independent innovation from “Made in China” to “Wisdom in China”, of which the best examples are Tiankun, the largest and most advanced cutter suction dredger in Asia, and Yangs  han Port, which is named as “Magic Port”, showing the strength of the national brand of China to the whole world.

ZPMC is a leading global brand in the equipment manufacturing of the world at present, appearing on NASDAQ Screen, the first screen of the world, at the crossing of the world. The largest NASDAQ Screen of the thousands of advertisement screens standing in Times Square New York is considered as “1st Screen of the world”, which is the best platform for top brands in the world, where 350,000 people pass and watch. ZPMC ad will last for one week, 18 times a day, 15 seconds each time.

ZPMC will expand the business positively with the strategic opportunity of developing Internet + advanced manufacturing and establishing the advanced manufacturing cluster at the 19th CPC National Congress as well as creating the brand of “Made in Shanghai” and developing high-end equipment manufacturing by Shanghai Municipal Government in 2018. The Company creates the business mode of “Equipment manufacturing + capital operation + Internet” to establish the flagship of the national industry with the brand influence of ZPMC, promoting the brand of China to the world.

Vale assume liderança na 3ª prévia do Ibovespa pela 1ª vez desde 2013

As ações da mineradora Vale assumiram a posição de maior peso na terceira prévia da carteira teórica do Ibovespa, o que não ocorria desde setembro de 2013, informou nesta sexta-feira a bolsa paulista B3.

A conquista da liderança após quase seis anos ocorreu devido a uma combinação da migração da Vale ao Novo Mercado, mais alto nível de governança da B3, nova política de dividendos da empresa e também da maior estabilidade dos preços das commodities, disse à Reuters diretor de Relações com Investidores da mineradora, André Figueiredo.

“A nova política de dividendos, mais agressiva, previsível e fácil de quantificar, traz para a empresa um segmento de investidores que a gente havia perdido nos últimos anos. São fundos de dividendos que representam uma boa parcela de investidores no mundo”, disse Figueiredo, por meio de nota.

A nova política foi anunciada em março, com uma proposta de ser, ao mesmo tempo, agressiva e sustentável por um longo período de tempo, podendo ser aplicada em qualquer cenário de preço, permitindo ainda, previsibilidade das datas de pagamentos e do montante a ser distribuído.

A B3 informou nesta sexta-feira que a Vale atingiu 11,228 por cento da carteira, deixando o Itaú Unibanco PN em segundo lugar, com 10,44 por cento, seguido pelos papéis PN do Bradesco (7,734 por cento).

Analistas de mercado corroboram a afirmação de Figueiredo e destacaram que a entrada no Novo Mercado abriu caminho para investidores de diferentes perfis.

“A partir do momento em que você tem um ativo sendo negociado nesse nível de maior governança, você ganha mais liquidez”, disse Rafael Passos, analista da Guide Investimentos, destacando ainda medidas que estão sendo implementadas pela empresa, em busca de pulverizar o controle e melhorar ainda mais a sua governança.

“Lá fora você tem uma série de regulamentos (determinando) que grande parte dos fundos não pode entrar em ativos que não tenham um nível mínimo de governança. A partir do momento em que ela entra no Novo Mercado, ela passa a deter esse benefício”, afirmou.

Em uma entrevista à Reuters no ano passado, o diretor-executivo de Finanças e de Relações com Investidores da mineradora, Luciano Siani, afirmou que a ascensão da Vale ao Novo Mercado e as estratégias em busca de melhores resultados permitiriam ampliar a base de acionistas, atingindo novos perfis, como asiáticos e fundos mineração e metais.

Após a migração, o presidente da Vale, Fabio Schvartsman, afirmou que a empresa já havia notado novos investidores.

A Vale já era um dos papeis mais líquidos da bolsa, juntamente com Petrobras e bancos, de forma geral.

Mas a última vez que a Vale liderou a carteira foi na virada de setembro a dezembro de 2013, quando obteve 8,287 por cento. Em segundo lugar estava a Petrobras, com 7,617 por cento, seguida pelo Itaú Unibanco PN, com 4,558 por cento.

“Em 2013, a Vale teve um desempenho positivo, apesar das adversidades do cenário econômico do ano. Alcançaram o terceiro melhor desempenho em geração de caixa, levando em conta o Ebitda ajustado, recordes de venda e redução de custos”, disse a consultora de investimentos da GO Associados, Luciana Nazar.

Liebherr-Aerospace Signs Maintenance Services Agreement with Embraer

Liebherr-Aerospace and Embraer have signed in December 2017 a Maintenance Services Agreement at Embraer’s office in Amsterdam (Netherlands), covering ERJ135 and ERJ145 components as well as the nose landing gear overhaul of ERJ135, ERJ145 and Legacy 600 aircraft.

Rodrigo Maeda, Director, Repair Management, Embraer Services & Support, said, “Liebherr is a reliable partner for our air management and flight control components and as well as nose landing gear maintenance activities. They have a proven level of flexibility, performance and quality. This contract will make our services even more competitive for our operators in terms of service level and operational costs.”

Thierry Gourmanel, Head of Sales & Marketing EUMA, Customer Services at Liebherr-Aerospace & Transportation SAS declared: “This is the achievement of a long historical relationship between our two companies. Liebherr-Aerospace offers tailored solutions, adapted to our customers’ fleet sizes and business requirements.”

The support services will be performed by Liebherr-Aerospace’s OEM and service centers in Lindenberg (Germany), center of excellence for landing gear and flight control systems as well as gears and gearboxes and in Toulouse (France), Liebherr’s center of excellence for air management system.

Setor fabricante de máquinas e equipamentos registrou crescimento de 6,4% em relação ao mês imediatamente anterior

No mês de agosto, a receita líquida do setor fabricante de máquinas e equipamentos registrou crescimento de 6,4% em relação ao mês imediatamente anterior e de 11,9% em relação ao mesmo mês de 2017. Contribuiu para o crescimento deste mês o forte aumento das exportações. No mercado interno houve queda nos investimentos em máquinas e equipamentos. Com este resultado, no ano (janago/18), o setor passou a acumular crescimento de 5,9%. Até o mês de julho o crescimento era de 5%.

O comportamento das vendas durante o mês de agosto de 2018 seguiu a curva de sazonalidade do setor. O crescimento observado fez com que as vendas chegassem a R$ 7,3 bilhões, 12% superior ao mesmo mês de 2017, mas ainda 36% inferior ao valor alcançado durante o período précrise, cuja receita média era de R$ 11 bilhões. A expectativa é que nos próximos meses o setor mantenha o seu desempenho padrão, isso o levaria a encerrar o ano com uma taxa de crescimento ao redor de 7%, a primeira após 5 anos consecutivos de queda.

As exportações de máquinas e equipamentos registraram forte crescimento em agosto/18 (+68,5%). Este crescimento foi influenciado pela comercialização de produtos classificados em três NCM, que juntas representaram 88% do crescimento das exportações realizadas no mês. Na comparação interanual, o crescimento de 41,6% foi influenciado pelos mesmos itens. No ano (jan-ago/18), o resultado foi de crescimento de 18% em comparação com igual período do ano anterior.

O resultado do mês agosto foi influenciado : – no grupo de Máquinas para petróleo e energia renovável pelas exportações de tubos utilizados em oleodutos e gasodutos (US$79 milhões); – no de Máquinas para bens de consumo pelos aparelhos e dispositivos para tratamento térmico de matérias (US$ 167 milhões); – e no de Infraestrutura e indústria de Base pelos aparelhos para filtrar ou depurar líquidos (US$ 176 milhões). No ano, o único grupo setorial a registrar queda em relação ao período o anterior foi o fabricante de máquinas para indústria de transformação que recuou 10% no ano.

Os principais destinos das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos foram, pela ordem, América Latina, Estados Unidos e Europa. As exportações para América Latina e Mercosul, voltaram a apresentar resultado positivo em 2018 (jan-ago) devido à exportação do equipamento para tratamento térmico de matérias para a Argentina no valor de US$ 167 milhões ocorrida no mês de agosto. No desempenho anual a maior contribuição para o crescimento continua vindo dos Estados Unidos e dos países europeus que ampliaram suas compras no Brasil em 52,2% e 42,2% respectivamente neste ano (janago) em relação a 2017.

Em agosto houve queda de 6,1% nas importações em relação às do mês de julho, mas crescimento em relação ao mesmo mês de 2017 (+19,8%). O que levou o resultado do ano (jan-ago) a um crescimento de 18,3% em relação a 2017. Este forte aumento das importações veio como reflexo das encomendas realizadas entre o final de 2017 e início de 2018, período cujo desempenho da economia sinalizava uma saída mais rápida da crise. O pouco dinamismo no mercado interno, entretanto, põe em dúvida a continuidade deste aumento.

Em agosto de 2018, houve queda nas importações de máquinas e equipamentos direcionadas aos seguintes mercados: Agricultura, Bens de Consumo, Logística e Construção Civil e Indústria de Bens de Capital (componentes). E forte crescimento no mercado de Petróleo e Energia Renovável (+81,4%), este último em função da aquisição de tubos para oleodutos e gasodutos vindos da Alemanha. No ano (jan-ago), o aumento da entrada de máquinas e equipamentos no Brasil ocorreu em todos os setores e elevou sua participação no mercado doméstico para 61%.

No ano (jan-ago), a principal origem das importações de máquinas e equipamentos, tanto em valores como em quantidade, continuou sendo China. As máquinas de origem chinesa representam hoje 18,3% do total das importações realizadas em 2018, um aumento na participação em 8,9 p.p. em 10 anos. Os Estados Unidos que já foram a principal origem com 22% de participação, hoje ocupam a segunda colocação com 16,8% do total. A Alemanha também perdeu um pouco da sua participação e foi para a terceira posição entre as origens, com 15,6% do total de máquinas importadas pelo Brasil. Itália e Japão que ocupam a 4º e 5º posição, respectivamente, vem apresentando crescimento no mercado brasileiro.

O mês de agosto de 2018 interrompeu os consecutivos crescimentos observados desde o final do 1.trimeste, ao registrar retração no consumo aparente de máquinas e equipamentos no país (-17,2%). Houve queda tanto na aquisição de máquinas produzidas localmente como importadas. Em função disto, no ano (janago/18) os investimentos em máquinas e equipamentos, registraram pequena desaceleração, a taxa de crescimento recuou de 10,7% para 10,3%. O alto índice de ociosidade da economia, combinado com crédito caro e o elevado grau de incertezas político e econômica, continua dificultando a retomada dos investimentos no país.

O NUCI – Nível de utilização da capacidade instalada da indústria de máquinas e equipamentos manteve no patamar observado em julho (76,6%). Em relação ao nível médio utilizado em 2017, o setor está 3,2 pontos percentuais acima, em razão, principalmente, do aumento das atividades produtivas de bens seriados direcionados ao mercado externo. A carteira de pedidos que vinha sinalizando recuperação também recuou no mês de agosto. O que levou a carteira de pedidos a um desempenho pior daquele observado das vendas é a baixa atividade nos setores de infraestrutura e indústria de base, cuja carteira tradicionalmente de 8 meses recuo para sua metade em 2018.

A indústria de máquinas e equipamentos encerrou o mês de agosto/18 com 299,9 mil pessoas ocupadas, um aumento de 0,6%, em relação ao mês de julho de 2018 que já havia crescido 0,8%. Em relação ao mês de agosto de 2017 também houve melhora no quadro de pessoal (+3,7%) em resposta ao aumento da produção e das vendas, principalmente direcionadas para o mercado externo. No ano o setor ampliou o seu quadro de pessoal em quase 10 mil pessoas.

Lucro em 2017 sobe para US$ 3,2 bilhões

A Anglo American está comemorando um incremento de 93% no fluxo de caixa, que ficou em US$ 4,9 bilhões, e redução do endividamento líquido para US$ 4.5 bilhões em 2017 (47% de redução). De acordo com Mark Cutifani, CEO da empresa, estes resultados financeiros foram possíveis graças a melhorias na produtividade (que aumentou 28% no ano) e eficiência, evolução do portfólio e melhoria nos preços de muitos dos produtos produzidos pelo grupo. Tais resultados permitiram um incremento nos dividendos, que chegaram a US$ 1.02 por ação no ano.
“Nós ultrapassamos nossas metas de melhoria no volume de produção e custos para o ano, alcançando um Ebitda de US$ 1.1 bilhão. Com isto, nos últimos cinco anos melhoramos o nosso Ebitda em US$ 4.2 bilhões”, disse Cutifani, acrescentando que acredita em um crescimento anual de US$ 3-4 bilhões até 2022 em função dos volume, melhoria de produtividade e redução de custos.
O Ebitda gerado teve um incremento de 45%, chegando a US$ 8.8 bilhões, enquanto o lucro atribuível aos acionistas somou US$ 3,2 bilhões. Com uma redução de 26% nos custos, a margem Ebitda foi de 33%. Mesmo reduzindo seus ativos em 47%, a empresa conseguiu obter um aumento de produção de 9%.
Em 2017 a Anglo American investiu em capex US$ 2.2 bilhões e planeja, para 2018, uma cifra entre US$ 2.6 e US$ 2.8 bilhões.

O Grupo Liebherr atinge faturamento de €9,009 bilhões no exercício de 2016

No ano de 2016, em condições de mercado difíceis, o Grupo Liebherr alcançou faturamento total de €9,009 bilhões, o terceiro mais alto da sua história. Em comparação com o ano de 2015, quando teve o mais alto faturamento, o resultado corresponde a uma redução de €228 milhões ou de 2,5 %.

Desempenho de vendas por regiões

O desempenho do Grupo apresentou variações em diferentes regiões de atuação. Na região de vendas mais importante para o Grupo Liebherr, a Europa Ocidental, o faturamento aumentou, como resultado principalmente de crescimento no maior mercado do Grupo, a Alemanha, e do desenvolvimento em outros mercados importantes como, França ou Países Baixos. Também na Itália, o último exercício apresentou bons resultados e na Grã-Bretanha, mais um mercado de grande importância, o volume de vendas reduziu ligeiramente.

As receitas também evoluíram positivamente na Europa Oriental, especialmente na Rússia e Polônia. No Oriente Médio, o faturamento manteve-se ao mesmo nível do ano anterior. Em contrapartida, na América foi constatada uma redução moderada. Também na África e Extremo Oriente / Austrália os volumes de venda ficaram abaixo dos apresentados no exercício anterior.

Um refrigerador inteligente: a Liebherr tem desenvolvido um sistema com auto-aprendizagem para os seus refrigeradores que informa sobre o conteúdo dos aparelhos, cria listas de compras individuais e tem sempre disponível uma grande quantidade de dicas sobre alimentação.Um refrigerador inteligente: a Liebherr tem desenvolvido um sistema com auto-aprendizagem para os seus refrigeradores que informa sobre o conteúdo dos aparelhos, cria listas de compras individuais e tem sempre disponível uma grande quantidade de dicas sobre alimentação.

Desempenho de vendas por áreas de produtos

A Liebherr registou ligeira queda nas vendas em comparação com o ano de 2015 em que atingiu seu faturamento mais alto – tanto no setor das máquinas para construção e mineração, como também em outras áreas de produtos. Das máquinas para construção e mineração fazem parte os setores de movimentação de terra, mineração, guindastes móveis sobre esteiras e pneus, guindastes de torre e tecnologia de concreto. Aqui, as receitas das vendas caíram €224 milhões ou 4,0 %, para um total de €5,400 bilhões. Nas outras áreas de produtos que englobam os setores dos guindastes marítimos, engenharia aeroespacial e sistemas de transporte, máquinas-operatrizes e sistemas de automação, refrigeradores, componentes e hotéis, o volume de vendas de €3,609 bilhões ficou no mesmo patamar do ano anterior.

Resultado anual

O Grupo Liebherr obteve, em 2016, um resultado anual de €298 milhões, ficando assim no mesmo nível do ano de 2015. Houve claro aumento do resultado financeiro, entre outros, devido à influência positiva da taxa de câmbio do mercado. Por outro lado, o resultado operacional reduziu significativamente.

Colaboradores

O número de colaboradores voltou a aumentar em 2016. No final do ano, em todo o mundo, o Grupo contava com 42.308 colaboradores. Em comparação com o ano anterior significa um aumento de 763 pessoas ou de 1,8 %.

Início para nova fábrica da Liebherr: a Liebherr produz peças de microprecisão e injetores para sistemas de Common-Rail desde julho de 2016, na sua nova fábrica em Deggendorf.
Início para nova fábrica da Liebherr: a Liebherr produz peças de microprecisão e injetores para sistemas de Common-Rail desde julho de 2016, na sua nova fábrica em Deggendorf.

Investimentos

O Grupo vem investindo regularmente nas instalações de produção e na rede internacional de distribuição e assistência técnica. Assim como no ano anterior a taxa de investimento foi mantida a um nível muito elevado. Ao todo, o Grupo investiu €751 milhões. As amortizações foram de €466 milhões (no ano anterior totalizaram €448 milhões).

O ano de 2017

Em comparação com 2016 presume-se que, em 2017, a economia mundial terá um desenvolvimento ligeiramente positivo. A dinâmica de crescimento deverá aumentar ligeiramente, tanto nos países desenvolvidos, como também nos países emergentes e em desenvolvimento.

O Grupo prevê um aumento das vendas para este ano. Em termos globais, a Liebherr prevê um desempenho positivo das vendas no setor das máquinas para construção e mineração, assim como também nas outras áreas de produtos. O Grupo continuará a investir consideravelmente nas instalações de produção internacionais e na rede internacional de distribuição e assistência técnica. O número de colaboradores nas empresas Liebherr deverá continuar subindo.

O Grupo Liebherr irá divulgar quarta-feira, 26 de abril de 2017, o seu relatório anual de 2016. Além dos números detalhados, o relatório inclui também uma secção com a retrospetiva do exercício anterior. Numa entrevista, a Dra. h.c. Dipl.-Kfm. Isolde Liebherr e Dr. h.c. Dipl.-Ing. (ETH) Willi Liebherr, os acionistas da segunda geração da família, expõem as suas conclusões para 2016. O relatório anual de 2016 pode se acessado no link a seguir: www.liebherr.com/annual-report.

Inovação, sustentabilidade e compromisso com o caráter renovável da matriz energética brasileira

A Casa dos Ventos é uma das pioneiras e principais investidoras no mercado de energia eólica do Brasil. Desenvolvemos empreendimentos no Nordeste brasileiro desde 2007, e atualmente somos referência no setor, identificando os principais recursos eólicos disponíveis para a geração elétrica e extraindo destes a energia dos ventos.

Investimento no potencial nacional de energias renováveis

Atuamos na prospecção e desenvolvimento dos projetos e, posteriormente, na implantação e operação das centrais geradoras. Hoje, somos detentores do maior portfólio de projetos em desenvolvimento no Brasil, localizados no Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, Pernambuco, Paraíba e Bahia, totalizando 15,5 GW de capacidade instalada. Além destes projetos em desenvolvimento que garantem o crescimento da companhia, temos hoje aproximadamente 5,5 GW de projetos desenvolvidos por nós que estão em construção ou operação. Estes projetos comercializaram energia através de leilões promovidos pelo governo federal ou por contratos bilaterais no mercado livre.

Nossos empreendimentos são caracterizados pela escala, reconhecidos pelos altos fatores de capacidade e pouca incerteza na geração. A tecnologia e os equipamentos utilizados, aliados à nossa metodologia proprietária, garantem a confiabilidade nas estimativas de produção dos parques eólicos. Nossa gestão e presença nas regiões prima pela redução de impactos ambientais, outra de nossas prioridades. Os empreendimentos também são um marco de transformação nos municípios aonde são implantados, através da geração de emprego e incremento da atividade econômica local.

Sustentabilidade: o futuro é agora

Até 2018, nossos projetos produzirão energia renovável suficiente para atender ao consumo de 6 milhões de domicílios, evitando a emissão anual de 6,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera.

Acreditamos no crescimento sustentável e o temos como diretriz em tudo que nos engajamos: desde a escolha do negócio no qual atuamos, ao nosso relacionamento com proprietários de terra e comunidades.

Salvador,Avenida Santos Dumont, 1883. Aero Espaço Empresarial, salas 514 e 515, Lauro de Freitas-BA, CEP 42700-000

Risco da economia do Brasil cai mais rápido do que a de outras economias da AL

A percepção de risco dos investidores internacionais sobre a economia brasileira tem recuado de forma mais acentuada quando comparada com outros países emergentes da América Latina, diante da confiança dos investidores na agenda de reformas e na recuperação do crescimento econômico.

O custo de proteção contra calote da dívida brasileira, medido por Crédito Default Swaps (CDS) de cinco anos, caiu mais do que o de países que integram a Aliança do Pacífico(México, Colômbia, Peru e Chile) neste ano. A diferença entre os custos do CDS brasileiro BRGV5YUSAC=MG e da média dos países da Aliança recuou de 130 pontos no início do ano para 100 pontos, de acordo com dados compilados pela Tendência Consultoria.

“Todo mundo melhorou, mas a percepção de risco sobre o Brasil melhorou mais do que a de outros países”, disse o economista da consultoria Tendências Silvio Campos Neto.

Desde o início do ano, o CDS brasileiro recuou 80 pontos, enquanto a média do CDS dos países da Aliança do Pacífico diminuiu 50 pontos.

A comparação com os países que integram a Aliança do Pacífico tem como base o fato de serem economias com relativa estabilidade e, por isso, dão uma dimensão de quanto a recente queda do CDS pode ser atribuída ao cenário internacional ou a fatores domésticos.

A queda do CDS reduz o custo de captação para as empresas, favorecendo novos investimentos, e estimula a entrada de recursos numa economia.

Ao longo dos últimos meses, os CDS de países emergentes tem recuado por causa do cenário internacional benigno. A esperada redução de estímulos pelo Banco Central Europeu (BCE) ainda não ocorreu, e o Federal Reserve, banco central norte-americano, parece mais distante de promover um novo aumento de juros, ao menos neste ano, após dois aumentos.

Enquanto essa combinação continuar, os investidores devem seguir com apetite por risco e, dessa forma, em busca de ativos de emergentes.

Na esteira dessa melhora global, o Brasil acaba tendo a seu favor o andamento da agenda de reformas, sobretudo na área fiscal, e a expectativa de retomada de crescimento a partir de 2017, depois de dois anos de recessão.

“Se não tivesse ocorrido essa melhora doméstica, não teríamos visto esse avanço na percepção de risco”, disse o economista da corretora Guide investimentos, Ignácio Crespo Rey.

O Brasil ainda conta com um setor externo robusto, o que dá uma certa tranquilidade para investidores. Em julho, as reservas internacionais somavam 381 bilhões de dólares.

“Se o investidor estrangeiro estiver disposto a tomar risco, ele olha para os países com reservas cambiais elevadas. Ele compra títulos, investe na bolsa, porque não teria dificuldade de sair do país quando quiser”, afirmou o economista-chefe do Banco Votorantim, Roberto Padovani.

Petrobras deve produzir em áreas da cessão onerosa em 2018; vê excedente menor que ANP

A Petrobras deve começar no primeiro semestre de 2018 a produção comercial em áreas do contrato de cessão onerosa assinado com a União em 2010, que dá o direito de a companhia produzir até 5 bilhões de barris de óleo equivalente, informou a petroleira nesta segunda-feira.

A empresa ressaltou, no entanto, que a região no pré-sal da Bacia de Santos pode ter excedentes ao volume estabelecido no contrato menores do que o apontado em uma projeção divulgada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na última sexta-feira.

A ANP divulgou dados segundo os quais há uma maior probabilidade de as reservas excedentes na região da cessão onerosa somarem pelo menos cerca de 6 bilhões de barris de petróleo equivalente.

“A Petrobras, baseando-se no grande volume de dados que adquiriu, construiu suas próprias estimativas dos volumes excedentes, cujos limites estatísticos superior e inferior são menores que aqueles divulgados pela ANP”, disse a estatal nesta segunda-feira.

Com isso, a Petrobras disse que vai complementar essa avaliação através de uma opinião da consultoria DeGolyer and MacNaughton, que estará disponível em aproximadamente 30 dias.

“A existência de volumes excedentes nas áreas sob Cessão Onerosa constitui oportunidade para ambas as partes, Governo e Petrobras, construírem um acordo relacionado ao ressarcimento à Petrobras no processo de Revisão do Contrato”, disse a Petrobras.

Segundo a companhia, a contratação da consultoria para avaliar as reservas excedentes visa “embasar uma eventual negociação”.

Os dados da ANP tiveram como base laudo da Gaffney, Cline & Associates.

A agência disse que a certificadora apontou 90 por cento de chance de o excedente da cessão onerosa ter cerca de 6 bilhões de barris ou mais. Haveria, ainda, 10 por cento de probabilidade de que a área tenha cerca de 15 bilhões de barris de óleo equivalente ou mais.

CESSÃO ONEROSA

O contrato de cessão onerosa entre Petrobras e União, assinado em 2010, deu à Petrobras o direito de produzir até 5 bilhões de barris em áreas do pré-sal.

A estatal pagou na época 42,5 bilhões de dólares ao governo federal pelo direito de explorar a região, mas estava prevista uma renegociação do contrato no futuro, após a declaração de comercialidade das áreas.

A Petrobras disse que, como resultado das atividades sob contrato da cessão onerosa, foram declaradas as comercialidades dos campos de Búzios, Sépia, Itapu, Sul de Lula, Sul de Sapinhoá, Norte e Sul de Berbigão, Norte e Sul de Sururu e Atapu.

“O início da produção comercial se dará no primeiro semestre de 2018”, disse a companhia no comunicado.

Segundo a Petrobras, após sete anos de atividades na região, com perfuração de mais de 50 poços e testes de produção de longa duração, “foi possível concluir que há volumes superiores aos 5 bilhões de barris equivalentes contratados originalmente.”

A companhia disse que, para dar suporte à revisão do contrato, havia contratado laudo da DeGolyer and MacNaughton, mas este não previa avaliação de cenários de volumes excedentes.

Nos últimos meses, a Petrobras vem cobrando da União uma revisão do contrato da cessão onerosa, com uma visão de que a companhia hoje seria credora do governo, devido à queda dos preços do petróleo desde o acordo original.

O governo, no entanto, tem dito que não há uma posição pacífica sobre a revisão do contrato favorecer a Petrobras.

Segundo as autoridades, as negociações entre as partes deveriam começar logo após a divulgação dos números da ANP sobre os excedentes na região da cessão onerosa.

Representantes do governo têm falado na possibilidade de licitar os direitos de exploração dos excedentes, o que poderia inclusive arrecadar recursos para pagar a Petrobras caso a companhia realmente se mostre credora na renegociação sobre as áreas.

Bahia vira novo polo de mineração do País

Os investimentos em novas minas já anunciados no Estado chegam a R$ 10 bilhões nos próximos três anos, mas podem alcançar o dobro.

Ferro, níquel, ouro, bauxita, até o raríssimo tálio, hoje explorado comercialmente em apenas dois pontos do mundo (China e Casaquistão), entre outros 30 minerais, fazem da Bahia o local mais procurado do País pelas mineradoras. Os investimentos já assegurados em novas minas para os próximos três anos chegam a R$ 10 bilhões, mas podem alcançar o dobro, com a conclusão de estudos de viabilidade que estão sendo realizados.

Nos últimos quatro anos (2007-2010), o número de requerimentos de área para pesquisa mineral no Estado, feitos ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), chegaram a 14,5 mil, desbancando Minas Gerais, com 13,2 mil. No mesmo período, a produção mineral comercializada pela Bahia dobrou, passando de R$ 850 milhões para R$ 1,7 bilhão por ano.

“É o melhor momento da história da mineração do Estado”, diz o diretor técnico da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Rafael Avena Neto, há 36 anos na estatal. “Temos o maior potencial em termos de novas minas no País.”

Uma conjunção favorável de fatores levou a Bahia ao forte desenvolvimento da atividade de mineração. A alta dos preços das commodities, impulsionada pela demanda da China, fizeram com que reservas conhecidas, mas antes desprezadas por conter concentrações menores de minérios, voltassem a ser comercialmente atrativas.

O esforço do Estado para mapear geologicamente seu solo também contribui. “Temos praticamente toda a Bahia já mapeada, por meio de estudos aerogeofísicos”, afirma o secretário estadual de Indústria, Comércio e Mineração, James Correia. A CBPM gasta R$ 6 milhões por ano para estudar potenciais reservas minerais.

Os investimentos previstos fazem a Bahia, que ocupa a quinta colocação no ranking da produção mineral do País, almejar o terceiro lugar, atrás de Minas Gerais e do Pará. “Temos a ideia de chegar a essa posição em, no máximo, dez anos”, diz Correia. “No cenário nacional, a grande novidade na mineração é a Bahia.”

Investimentos. A Bahia Mineração (Bamin), responsável pelo maior investimento individual já confirmado no Estado (US$ 2,3 bilhões nos próximos três anos), prepara-se para extrair minério de ferro da região conhecida como Pedra de Ferro, do município de Caetité, a 757 quilômetros de Salvador.

O potencial da área já é conhecido há anos, mas o reduzido teor de minério não justificava o investimento. A região ficou esquecida até que o geólogo baiano João Carlos Cavalcanti fez novos estudos na área em 2004. Com uma cotação do minério mais atrativa, suas análises chamaram a atenção das empresas.

Em 2008, a mina foi assumida pela Eurasian Natural Resources Corporation (ENRC), empresa com sede em Londres e origem no Cazaquistão, controladora da Bamin. As primeiras análises apontaram um potencial produtivo de 398 milhões de toneladas de minério de ferro, mas já há indícios de que pode ser 50% maior. A estimativa inicial do Projeto Pedra de Ferro é produzir 19,5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.

As obras civis da mina, porém, ainda não começaram. Segundo o vice-presidente executivo da Bamin, Clóvis Torres, só serão iniciadas depois que começar a construção do controverso Porto Sul, nos arredores de Ilhéus. “A garantia de escoamento da produção é fundamental”, diz. A previsão é que o início das operações ocorra em 2014.

Se o maior investimento em mineração no Estado ainda está na fase de projeto, o segundo maior, de US$ 800 milhões, feito pela Mirabela Mineração do Brasil, subsidiária do grupo australiano Mirabela Nickel, já está em funcionamento.

A empresa opera, desde 2009, em Itagibá, a 370 quilômetros da capital, a Mina Santa Rita, a segunda maior de níquel a céu aberto do mundo. A Mirabela anunciou recentemente que as reservas são maiores do que as estimadas, devendo chegar a 159 milhões de toneladas (570 mil toneladas de níquel contido).

A descoberta aumentou a vida útil da mina em quatro anos, de 19 para 23. Toda a produção até 2014 já está vendida, metade para o mercado nacional (Votorantim Metais), metade para a finlandesa Norislk Nickel.

Por processo semelhante de arrendamento, a canadense Yamana Gold vai explorar sua primeira mina de ouro a céu aberto no Estado, no município de Santa Luz, no centro-norte baiano. A empresa já opera duas minas em Jacobina e Barrocas, na mesma região.

A construção da mina, que tem previsão de produção de 100 mil onças anuais de ouro, começou em 2009 e a exploração deve ser iniciada no ano que vem. O investimento é estimado em US$ 70 milhões.

Petrobras: 1º óleo de Libra será produzido em setembro ou outubro

O primeiro óleo do campo de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, primeira área a ser concedida no modelo de partilha da produção, será produzida em setembro ou outubro, afirmou nesta terça-feira, 22, Osmond Coelho Jr., gerente geral de Implantação de Projetos de Libra da Petrobras. A previsão inicial da Petrobras era produzir o primeiro óleo em julho, mas houve um atraso no teste de longa duração (TLD).

Segundo Coelho Jr., o atraso ocorreu porque “lamentavelmente, fomos surpreendidos por problema de guincho” no navio-plataforma de Libra, que chegou há dois meses no País. “Em setembro ou outubro, pretendemos começar o primeiro óleo de Libra”, afirmou o executivo, em apresentação durante o O&G TechWeek, evento sobre tecnologia promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) no Rio.

O gerente lembrou que em dezembro deste ano termina o período de exploração de Libra. De acordo com Coelho Jr., o consórcio de Libra pretende declarar a comercialidade nessa ocasião.

O executivo disse ainda que a expectativa da Petrobras é que, em setembro, haja uma definição da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre o “waiver” das exigências de conteúdo local no projeto de Libra.

Agricultura do futuro vai depender da análise de dados

O americano Mike Stern é um entusiasta da revolução digital na agricultura. À frente da Climate Corporation, subsidiária da multinacional de sementes Monsanto que oferece o Climate FieldView, plataforma digital para análise de dados de lavouras, Stern acredita que, no futuro, o compartilhamento de dados poderá trazer saltos de produtividade no campo. Na entrevista a seguir, o presidente da Climate explica por que a análise de dados pode ser útil especialmente em regiões tropicais como o Brasil.

Qual a vantagem de usar a análise de dados no campo?

Com a tecnologia, os agricultores podem reunir num só lugar os indicadores da propriedade, como o volume produzido na lavoura. O mais importante: os dados agregados de vários produtores podem achar as melhores práticas — e ajudá-los a ter certeza na hora de tomar decisões sobre a lavoura. É um conhecimento em rede.

Como o conhecimento em rede ajudará a agricultura no Brasil?

O agronegócio brasileiro, por estar numa região tropical, sofre bastante com fatores incertos, como condições climáticas e infestações de pragas. É fundamental ter acesso a dados estatísticos nas tomadas de decisão, como os que mostram a melhor data para plantio ou combate a pragas.

Como garantir a privacidade da informação numa plataforma como a da Monsanto?

É o dono da fazenda que inclui o dado. Ele pode escolher com quem compartilha as informações e quando parar o compartilhamento. A Climate usa só os dados agregados.

Quais são os desafios para a agricultura digital no Brasil?

A conectividade em áreas remotas do país, especialmente nas fronteiras agrícolas da Região Norte. Nos Estados Unidos, os dados são enviados em tempo real da lavoura à nuvem. No Brasil, adaptamos nossa tecnologia para poder operar. Criamos uma função offline para o agricultor que está na lavoura poder inserir os dados no sistema, que posteriormente serão carregados na nuvem quando ele retornar à sede da fazenda, onde normalmente há conexão com a internet.

Tecon Salvador registra crescimento na cabotagem

O Tecon Salvador, terminal de contêineres operado pelo Grupo Wilson Sons, registrou em novembro crescimento de 42,5% na cabotagem, em relação ao mesmo mês de 2016. No acumulado de 2017, o aumento foi de 17,5%, comparado a igual período do ano passado.

“A cabotagem é uma solução eficaz e importante para desafogar os gargalos logísticos do Brasil. Oferece maior segurança para a carga, uma vez que o risco de avaria é quase zero”, explica a diretora comercial do Tecon Salvador, Patrícia Iglesias.

Em novembro, a cabotagem movimentou 5.900 TEU no terminal. As principais cargas transportadas foram Polímeros (+169%), Químicos e Petroquímicos (+80%) e Arroz (+65%). Além de oferecer maior segurança, esse tipo de transporte também possibilita uma redução de custos entre 15% a 30% nas rotas de longa distância. Para dezembro, a previsão é de aumento a cargas relacionadas às festas de fim de ano, como bebidas.

Fibria Investe R$ 54,4 Milhões Na Modernização Do Transporte Marítimo De Madeira

A Fibria, empresa de base florestal e maior produtor mundial de celulose de eucalipto, está investindo R$ 54,4 milhões na modernização do transporte marítimo de madeira, realizado entre o sul da Bahia e o norte do Espírito Santo. A primeira fase do projeto tem início de operação previsto para o mês de maio e a segunda e última fase começa a operar no mês de agosto de 2017. A madeira, proveniente de florestas plantadas de eucalipto e com certificados internacionais de manejo florestal, irá abastecer a unidade industrial da Fibria em Aracruz (ES). As obras, iniciadas no mês de dezembro, geram 145 empregos temporários.
A modernização consiste na instalação de guindastes de grande porte no Terminal Marítimo de Caravelas (BA), onde a madeira é embarcada, e no Terminal Marítimo de Barra do Riacho (ES), onde é feito o desembarque. São equipamentos com tecnologia de vanguarda, fabricados pela finlandesa Mantsinem, que garantirão operações mais seguras e sustentáveis, mais produtivas e com mais conforto ergonômico para os operadores.

“Com essas máquinas, vamos reduzir em 42% o tempo de carga e descarga das barcaças que transportam madeira”, disse Luiz Geraldo Micheletti Goessler, gerente de Logística Florestal da Fibria. Atualmente, o ciclo de viagem da barcaça que transporta madeira entre o Terminal de Caravelas (BA) e o de Barra do Riacho (ES) é de 12 horas.

Goessler destaca os ganhos em segurança no transporte e os benefícios ambientais, com menor emissão de CO2, menor uso de combustível derivado do petróleo e redução no consumo de pneus. Cada barcaça que atua no sistema de transporte marítimo de madeira da Fibria (quatro no total) comporta carga equivalente a 100 viagens de carreta do tipo tritrem.

O gerente geral florestal da Fibria, Carlos Alberto Nassur, destaca que a modernização do transporte marítimo contribui para a estratégia da Fibria de dar mais equilíbrio à sua matriz de transportes. A cabotagem marítima de madeira, iniciada pela empresa como alternativa de transporte há mais de 10 anos, foi uma inovação numa época em que o sistema praticamente não era utilizado no País. “O Brasil ainda concentra no modal rodoviário boa parte do transporte das cargas que circulam por aqui, mas a Fibria vem contribuindo para dar mais equilíbrio a essa equação”, observa Nassur.

Destaques do projeto – Dos R$ 54,4 milhões investidos na modernização dos dois Terminais Marítimos, R$ 31,3 milhões são para obras civis e R$ 23,1 milhões nas novas máquinas portuárias (quatro guindastes: dois para o Terminal de Caravelas e dois para o de Barra do Riacho). Eles substituirão a operação de seis máquinas carregadeiras que atualmente fazem a movimentação de madeira nas barcaças. Em maio de 2017 entram em operação os dois primeiros guindastes – um em Barra do Riacho e outro em Caravelas. E no mês de agosto de 2017 entram os outros dois.

Os equipamentos que vão operar em Barra do Riacho têm uma particularidade: serão movidos a eletricidade, produzida na própria unidade industrial da Fibria, que é autossuficiente em geração de energia. A empresa está investindo em linhas de transmissão ligando sua fábrica ao Portocel, onde está instalado o Terminal de Barcaças. A alternativa vai representar economia em combustíveis, além de contribuir para a redução da emissão de CO2, o que está em linha com os princípios de sustentabilidade da Fibria.

Segurança na operação e serviço em máquinas e equipamentos

O procedimento seguro e apropriado de manutenção e lubrificação de uma máquina ou equipamento esta delineado no manual de operação e manutenção da máquina. Esta é uma informação muito importante pois quando o time de manutenção realiza a manutenção da máquina de forma incorreta, as ações são perigosas e podem resultar em danos a maquina, pessoas  ou morte.

Operar ou realizar qualquer atividade dentro ou fora do equipamento sem antes ler e entender o manual de operação e manutenção é muito perigoso. Uma realidade que ocorre aqui no Brasil é que em muitos casos o operador ou o técnico que executa o serviço, não esta familiarizado com muitos dos sistemas da máquina, sendo necessário ter mais atenção e muito cuidado quando executar as tarefas e rotinas de manutenção. Conhecer os sistemas e componentes da máquina é fundamental antes de operar, remover ou desmontar qualquer componente.

Orion Equipamentos

Hyundai Construction Equipment Américas tem o prazer de anunciar a nomeação da Orion Equipamentos para seu rápido crescimento da rede de concessionários. Orion Equipamentos fornecerá vendas e serviços de equipamentos Hyundai a partir de sua concessionária em Seattle, Washington.

Case participa pela sexta vez da Agrishow

Apresentações técnicas de produtos e serviço voltados para o agronegócio marcam a participação da CASE Construction Equipment na Agrishow 2014, maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, que acontece até sexta-feira, 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP).

Duas vezes por dia, a ação chamada CASE 360º será realizada para os visitantes do evento. Às 10h, serão apresentados os produtos da linha pesada (pás carregadeiras 621D e 721E na versão canavieira, pá carregadeira W20E, motoniveladora 865B, além das escavadeiras hidráulicas CX350B, CX220B e CX130B) e das peças originais.